SUBSERVIÊNCIA E CONTRADIÇÕES ESTÃO MARCANDO PRESIDÊNCIA DA CÂMARA

POR LUIZ LIMA:

Logo de assumiu o mandato de presidência com o total apoio do prefeito Dejair Birschner (que tem sua administração classificada de desastrosa), a vereadora Nara Muniz tratou de empregar muitos irmãos de sua igreja, além do marido é claro, nas tetas da Câmara. Para tanto, a presidente aprovou em seções de portas fechadas suas emendas que possibilitaram a criação de vários cargos disponibilizados para irmãos de religião. Muitos passaram até a comentar pelas ruas se o que estava acontecendo na Câmara eram seções políticos ou cultos evangélicos, numa mera gozação a atitude da presidente de se cercar de assessores irmãos da igreja, quando, no correto, seria que a Casa do Povo abrisse concurso público para ocupar os cargos criados.

Com uma receita beirando os R$ 100 mil, a presidente fechou as portas da Câmara para o povão, com uma administração “ruim e pão-dura”. Além disso, Nara Muniz regeu sua orquestra apenas conforme os interesses do prefeito, que até passou a usar a tribuna legislativa como palanque político, quando discursava quase em todas as sessões.

“Sem Expressão”. Essa é a exclamação que circula na boca do povo quando se fala da Câmara de Vereadores da cidade.

Para piorar as coisas, Nara Muniz decretou o fim dos cargos de assessores para os demais vereadores, que estão fulo da vida com a presidente. Muitos dizem que a ação da presidente, é mais uma orientação do atrapalhado prefeito, com o objetivo de apertar o bolso dos vereadores, forçando-os a irem comer em sua mão, e votarem a favor da reprovação das contas de Zé Pretinho.

Só que, o que aconteceu, foi colocar os vereadores em cheque, porque se forem comer na mão do prefeito, vai ficar provado uma denúncia desse jornalista anos atrás, quando disse que os vereadores usavam a remuneração dos assessores (R$ 1,5 mil) em benefício próprio. O jornalista não quis levar o caso para justiça, mais possui até hoje, uma declaração gravada de um assessor de anos atrás, conhecido como Vitor que diz que ganhava salário mínimo. Então se entende que o restante ia para o bolso de alguém. Se não forem comer na mão do prefeito, a presidente ficará desmoralizada politicamente de estar administrando a Câmara em favor dos interesses do atual prefeito. Durmam com um barulho desses.

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