EUA atacam a Síria com mais de 50 mísseis Tomahawk

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Imagem do site da CNN
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Após admitir que poderia realizar alguma incursão militar contra a Síria, o presidente Donald Trump o exército dos EUA atacou com mísseis Tomahawk a Síria. Os ataques foram lançados contra a base militar de onde, supostamente, teriam partido o ataque químico que deixou ao menos 86 mortos na segunda-feira.

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Segundo altos funcionários do governo americano, o exército lançou entre 50 e 70 mísseis Tomahawk mirando um único destino Ash Sha’irat, na província de Homs. Foram atingidos a pista, aeronaves e depósitos de combustíveis, segundo a CNN.

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Esta é a ação militar mais dura do governo Trump. O governo de Barack Obama havia ameaçado rebater Assad militarmente após outros episódios de ataques químicos atribuídos ao regime, mas nunca concretizou as declarações. Ainda, segundo a CNN, Trump foi muito afetado pelas imagens de crianças mortas entre as vítimas civis no ataque às armas químicas sírias e se sentiu compelido a agir, disse um alto funcionário do governo.

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Os EUA começaram a lançar ataques aéreos na Síria em setembro de 2014, sob a presidência de Barack Obama, como parte de sua campanha de coalizão contra o ISIS, mas apenas se dirigiu ao grupo terrorista e não às forças do governo sírio.

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Horas antes, a Rússia advertiu os Estados Unidos que pode ter “consequências negativas” se lançar uma ação militar contra a Síria, após uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. “Se houver uma ação militar, toda a responsabilidade recairá sobre os que tiverem iniciado uma empreitada tão trágica e duvidosa” — declarou o embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, na saída da reunião.

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