De 22 a 25 de dezembro tem festa de natal em Floresta Azul

A festa de natal em Floresta Azul está garantida, é o que diz a prefeita Gicélia Santana

A Prefeitura Municipal de Floresta Azul irá realizar a festa em comemoração ao Natal. Atrações de peso estarão presentes para animar os quatro dias de festa na cidade.
Segundo a prefeita do município, Gicélia Santana, tudo está devidamente sendo preparado para realizar um evento que possa movimentar ainda mais a cultura e a economia da cidade.
Em tempos de crise de muitas prefeituras, onde diversas cidades tiveram que demitir funcionários ou cortar gastos, muitas vezes desnecessários, a gestora disse a diversos sites da região, que mantém a tranquilidade com as finanças públicas, pois os salários de dezembro serão pagos antes da festa, até o dia 22, mantendo a política do pagamento dos salários rigorosamente em dia. Além disso, segundo a prefeita, todos os fornecedores terão seus créditos quitados até o dia 29.

O nosso compromisso financeiro vem sendo cumprido em dia graças a um planejamento feito no sentido de economizar tudo o que for necessário. Dessa forma é possível manter em dia o pagamento do funcionalismo municipal, uma obrigação nossa, e ainda fazer uma festa no período de natal para a população”, frisou o gestora ao site Políticos do Sul da Bahia. Assim a prefeitura garante que haverá  festa de natal em Floresta Azul.

Confiram as atrações:

Dia 22 – Noite gospel
Marquinhos Gomes
Orquestra Católica
Quarteto
Helen Costa

Dia 23
Netinho do Forró
Lordão
Café Moído
Otávio Matheus
Wanderley Novaes

Dia 24
Trio da Huanna
Raneychas
Ney e Peróla

Dia 25
Vingadora
Boteco das Amigas
Sem Retoque
Marcos e Pablo
Marquinhos Madeirada
Piroquinha

natal em floresta azul

 

Crise em diversos municípios 

Muitos municípios enfrentam dificuldades para pagar salários e honrar compromissos. Apenas nesse ano de 2017, tais motivos levaram, pelo menos 73 municípios a decretarem estado de calamidade financeira. Só no começo do ano o número foi de 43 cidades falidas, segundo dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Quando uma cidade toma uma medida drástica de decretar falência em suas contas públicas, os prefeitos buscam, na teoria, se livrar temporariamente das punições previstas em caso de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Mas, na prática, eles têm visto o decreto de calamidade como meio de pressão por negociações de socorro.

Dos municípios que decretaram calamidade agora em 2017, 14 são do Rio, 11 de Minas, quatro da Paraíba, quatro de São Paulo, três do Ceará, três do Rio Grande do Norte, dois de Santa Catarina, um do Pará e um do Rio de Grande do Sul.


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