Rua Carlos Dias – Quatro anos de puro descaso

Um total descaso! Talvez essa seja a melhor maneira de definir o que aconteceu na Rua Carlos Dias, no Bairro Sucupira em Una. Já se passaram mais de quatro anos que nosso site falou pela primeira vez sobre essa rua, mais precisamente no dia 16 de Abril de 2013 (revejam aqui). Na época, constatamos com moradores que a origem do problema foram as chuvas fortes e a fragilidade do material utilizado pela EMBASA. Após essa postagem de abril, no dia 14 de Julho de 2013, postamos mais uma matéria sobre a Rua Carlos Dias, (revejam aqui). E no final de julho de 2013, uma moradora da mesma rua nos fez uma denúncia no seu Facebook e nos disse que sofreu represálias após publicar (revejam aqui).

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Em 2014 também falamos sobre essa rua (revejam aqui) e em 2015 também falamos sobre essa rua (revejam aqui). Fora, as incontáveis vezes que citamos sobre essa rua em diversas postagens que fizemos e o nosso jornalista Di Rusciolelli, também o fez em sua página no Facebook. Além disso, os debates nas redes sociais e até na câmara de vereadores, o descaso com essa rua, sempre foi bastante comentado. Mas nada, absolutamente nada foi feito.

Agora, passados mais de quatro anos, e as vésperas da eleição, a situação da rua segue pior, e há uma promessa de se fazer algo. Mas até agora, concretamente: Nada!

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Foto tirada no último dia 20 de agosto de 2016

 Vejam esse vídeo de como se encontra a rua:


Tempo de esperança – Eleições 2016 em Una

Uma jovem unense enviou para nosso site o texto abaixo. Uma reflexão profunda, sincera e que deve ser levada em conta para as eleições que se aproximam. A mesma nos pediu anonimato.

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” (…)pra te amar, te servir ou morrer.”

Um dia prometi a mim mesma que nunca escreveria, falaria, discutiria ou qualquer outro “_ia” sobre política, principalmente em épocas de eleições municipais. Mas vou quebrar meu jejum de uma vida inteira – 23 anos – para dizer algumas coisas sobre o que tenho refletido nos últimos dias.

Vejo jovens vendendo seus votos, sua expressão de cidadania, pelas mais diversas coisas: dinheiro, cerveja, camisas de blocos, ingressos de festas… jovens que não estão preocupados com o próprio futuro, muito menos com o da cidade, mas sim com o agora, com a boemia que antes eu pensava ser direito apenas dos mais velhos. Outros tantos preocupados com os benefícios pessoais que podem vim a receber num possível governo (um contrato, uma prestação de serviço…) e querem escolher o melhor para si, não para o povo.

Vejo também aqueles jovens que não esperam por propostas sólidas e bem estruturadas, mas que estão cegos por promessas vãs que, como uma droga, abrandam o coração instantânea e momentaneamente, mas que, em poucos minutos, o efeito passa e fica ainda pior. Vejo outros desacreditados, desiludidos com o município, alguns montes até já partiram para outros tantos lugares mundo a fora por terem adquirido a certeza de que aqui eles “não tem futuro”.

Não obstante, vejo adultos hipócritas dizendo que a realidade da cidade precisa mudar, mas que não querem dar oportunidade ao novo e ajudar numa mudança de verdade nos rumos da história do município. Outros que pararam no tempo e no espaço e estão acomodados em seus empregos medíocres – e quando falo “medíocres” não me refiro a salários, mas à sede pelo novo – achando que são os outros que precisam mudar a realidade, as novas gerações, as crianças que são “o futuro da nação”.

Tenho visto isso e muito mais, mas vou me limitar aos exemplos citados para dizer que não entendo como uma população que se acha no direito de criticar os políticos pode agir assim. Como questionar o descaso dos políticos se o que vemos a todo instante é, também, o descaso da população com os rumos da própria cidade?!

Um dia eu fui esse “futuro da nação” (e não tem tanto tempo assim, ok?!). Quando eu era apenas o futuro, meus pais me ensinaram que um dia eu seria o presente e, quando esse dia chegasse, eu precisaria estar preparada para exercer a cidadania da forma correta. Hoje, eu sou o presente e, por ser esse presente, preciso estar presente.

Hoje, mais do que nunca, eu QUERO fazer parte dessa geração que carrega o nome da cidade no peito, que não tem vergonha de dizer de onde é, que acredita no potencial da sua terra, que luta para elevar o nome do seu povo, que sabe que precisa ajudar a construir um PRESENTE melhor almejando um futuro promissor.

Quero que meus filhos (que terei um dia) possam olhar para minha história e ver que ela se entrelaça com a história da minha terra. Quero ser NOBRE FILHA DA RAÇA DOS FORTES, quero me sentir representada pela primeira estrofe do hino da minha cidade.

Uma nova campanha política se inicia e, junto com ela, tudo que um dia já vimos. Por amor à nossa terra, análise detalhadamente as PROPOSTAS dos candidatos e escolha aquele que tem os melhores projetos para o POVO. Assuma um posicionamento de cidadão unense e faça do seu voto um gesto de amor por nossa cidade.

“Deus te salve, torrão abençoado!”

 


STF bate martelo e só o julgamento dos vereadores torna um prefeito ou ex-prefeito inelegível

Retirado do Políticos do Sul da Bahia

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (10) que só uma câmara de vereadores pode tornar inelegível um prefeito que teve suas contas rejeitadas por um tribunal de contas. Assim, para ficar impedido de disputar um outro cargo eletivo, não bastará a desaprovação pelos tribunais, que auxiliam o Legislativo na análise dos gastos.

Em 2010, a Lei da Ficha Limpa determinou que ficariam inelegíveis candidatos que tiveram contas rejeitadas “pelo órgão competente”. A dúvida se dava em relação a qual órgão caberia tal decisão: se somente a câmara municipal ou também um tribunal de contas.

Desde então, o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) separa as contas em dois tipos: as contas de governo (com números globais de receitas e despesas) e as contas de gestão (mais detalhadas, em que o prefeito também ordena gastos específicos, por exemplo).

Assim, a Justiça Eleitoral considerava que a desaprovação de contas de gestão (mais detalhada) por um tribunal de contas bastava para declarar a inegibilidade, mesmo com aprovação posterior pela câmara dos vereadores. A exigência de desaprovação pela câmara para tornar alguém inelegível só valia para casos em que estivesse sob análise as contas de governo (mais gerais).

Na sessão desta quarta, os ministros do STF analisaram ações de candidatos que ficaram fora de uma disputa por terem contas rejeitadas somente por tribunais de contas e que queriam se habilitar para as eleições, alegando a necessidade de dScreenshot_2016-08-10-20-50-42-1ecisão pela câmara dos vereadores.

 

Retirado do site do STF

 

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou na sessão plenária desta quarta-feira (10) o julgamento conjunto dos Recursos Extraordinários (REs) 848826 e 729744, ambos com repercussão geral reconhecida, que discutiam qual o órgão competente – se a Câmara de Vereadores ou o Tribunal de Contas – para julgar as contas de prefeitos, e se a desaprovação das contas pelo Tribunal de Contas gera inelegibilidade do prefeito (nos termos da Lei da Ficha Limpa), em caso de omissão do Poder Legislativo municipal. Por maioria de votos, o Plenário decidiu, no RE 848826, que é exclusivamente da Câmara Municipal a competência para julgar as contas de governo e as contas de gestão dos prefeitos, cabendo ao Tribunal de Contas auxiliar o Poder Legislativo municipal, emitindo parecer prévio e opinativo, que somente poderá ser derrubado por decisão de 2/3 dos vereadores.

O julgamento conjunto foi concluído nesta quarta-feira, mas as teses de repercussão geral somente serão definidas em outra sessão. No RE 848826, prevaleceu a divergência aberta pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, que será o responsável pelo acórdão. Segundo ele, por força da Constituição, são os vereadores quem detêm o direito de julgar as contas do chefe do Executivo municipal, na medida em representam os cidadãos. A divergência foi seguida pelos ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Marco Aurélio e Celso de Mello. Ficaram vencidos o relator, ministro Luís Roberto Barroso, e mais quatro ministros que o acompanhavam: Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux e Dias Toffoli.


PP oficializa Tiago a prefeito e PSB Nildo como vice prefeito

Matéria e fotos retiradas do site Una News

O espaço do Clube Social de Una ficou pequeno para acomodar autoridades, representantes políticos e simpatizantes na tarde desta terça-feira (02), na convenção que escolheu, apresentou e homologou o jovem Tiago de Dejair e Nildo Som como candidatos a prefeito e vice-prefeito, com o apoio integral dos partidos PP, PSB, PTN, PTC E PSDC numa sólida coligação rumo às eleições de 02 de outubro.

A presença maciça da militância foi o grande destaque da convenção que contou também com a presença de políticos de destaque no Estado como o vice-governador João Leão, o deputado Federal Cacá Leão, o deputado estadual Eduardo Salles, o deputado Federal Bebeto Galvão, o vereador de Ilhéus Roland Lavigne, o vereador e pré-candidato a vice-prefeito de Porto Seguro Danilo Suprilar, vereadores de Una Professor Jorge, Man, Soninha Martan, dentre outras liderança. Além da presença do Radialista de Ilhéus, Robertinho Scarpita.SAM_4427 SAM_4390 SAM_4383 SAM_4358 SAM_4334 SAM_4271 SAM_4233 SAM_4209 SAM_4204 SAM_4203