Rui entrega ambulâncias para reforçar a saúde em 22 municípios

Vinte e duas novas ambulâncias vão reforçar a saúde pública no interior da Bahia. Nesta segunda-feira (14), o governador Rui Costa realizou a entrega das chaves dos veículos para os prefeitos dos municípios contemplados. Realizada no estacionamento da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, a cerimônia reuniu autoridades das esferas municipal e estadual.

De acordo com Rui, as ambulâncias reforçam outros investimentos do governo no interior do estado. “Esse é um apoio do Governo do Estado, por meio dos nossos deputados, que colocaram emendas parlamentares para ajudar os municípios. As entregas reforçam a saúde, assim como os consórcios de saúde firmados para a construção de policlínicas, os apoios que estamos dando para os postos de saúde e a montagem dos consultórios dentários. É uma corrente do bem a favor da saúde”, afirmou.

Foram beneficiados os municípios de Anguera, Apuarema, Cabaceiras do Paraguaçu, Caém, Camacan , Caravelas, Carinhanha, Cícero Dantas, Cipó, Conde, Itatim, Ibicaraí, Ipecaetá, Itacaré, Itaetê, Jandaíra, Mulungu do Morro, Nazaré, Nova Fátima, Ponto Novo, Seabra e Tanque Novo.

No evento, o governador ainda enumerou ações de saúde previstas para setembro. “Vamos inaugurar as primeiras policlínicas regionais – nas regiões de Guanambi, Irecê, Jequié e Teixeira de Freitas – e também os dois grandes hospitais regionais. Primeiro, será o Hospital da Chapada Diamantina, que fica em Seabra, onde já estamos instalando os primeiros equipamentos, e o Hospital Regional da Costa do Cacau fica na cidade de Ilhéus”, informou.

As 22 ambulâncias representam um investimento de R$ 1,8 milhão, com recursos estaduais. Com a cerimônia desta segunda (14), chega a 183 o número de veículos para a saúde entregues pelo Governo do Estado em 2017.


O relator Sergio Sveiter aceita que o presidente Temer seja investigado pelo STF

Zveiter no momento em que lia seu parecer dando prosseguimento para investigações contra presidente Temer – Fonte Tv – Câmara

Por Di Rusciolelli

O relator, deputado Sergio Sveiter (PMDB-RJ), lembrou em seu parecer que é a primeira vez na história que esse comando constitucional vai ser aplicado. Ele agradeceu a confiança que recebeu ao ser indicado relator. E decidiu que o STF siga com as investigações contra o presidente Temer.

O relator ainda afirmou que o que está em discussão não é o direito de defesa de Temer, mas também a Presidência. Ele afirmou que cabe à CCJ apenas admitir ou não a acusação, e permitir sua tramitação. “A verdade real será revelada após o fim da investigação criminal. Após todas as provas e defesas serem elaboradas”, disse o deputado ao confirmar seu parecer.

Zveiter ainda disse que é preciso apurar o envolvimento do presidente Temer com o empresário Joesley Batista. Que, segundo ele, se encontraram em horário inconveniente.

“Por ora, temos indícios, que são sérios o suficiente”, disse Zveiter para justificar o recebimento da denúncia. O relator ainda disse que a acusação “é grave” e, diante dela, “não podemos silenciar”. “É necessária a investigação de fatos sobre suspeição.” Isso cabe ao Ministério Público. Para tanto, é necessária a autorização da Câmara”, disse o deputado.

Temer chegou ao poder após um golpe parlamentar e agora pode deixar o governo pela porta dos fundos após ter sido flagrado recebendo propina via seu homem de confiança, o homem da mala de  R$ 500 mil, o deputado Rodrigo Loures.

 

Leitura ainda não acabou, mas Zveiter já deixou claro qual será seu parecer final. Mais notícias em breve.


‘ACM NETO ESTÁ NAS CORDAS”, CRITICA DEPUTADO

Retirado do Ipolitica

O Deputado Federal Afonso Florence (PT), criticou, em nota a imprensa, as ações do prefeito de Salvador ACM Neto (DEM). De acordo com Florence, Neto está “nas cordas”, por conta de ter sido citado em delação da Odebrecht no escândalo da obra da Barra, o que estaria fazendo com que ele se apropriasse de obras do governo do estado.

Veja a nota, na íntegra, abaixo:

Inicialmente, diante da enorme disparidade entre suas obras “minguadas”, e as do governo Rui “tamanho G”, ACM botava placas da prefeitura e tentava “capitalizar” as obras de Rui, foi a estratégia “pirata”. Depois, tentou impedir a integração dos ônibus municipais com o Metrô, e embargar obra do viaduto na paralela, foi a fase do “boicote”. Finalmente, tentou grilar área do Colégio Central foi a fase “Tabajara”. Hoje, ACM Neto tentou “inaugurar” viaduto construído por Rui na paralela. Assim, ACM conseguiu combinar as três estratégias: a pirata, a do boicote e a Tabajara. ACM Neto está “nas cordas” e não encontra saída para o crescente desgaste que vem sofrendo.


ITABUNA: ROBERTO JOSÉ DEIXA O PR

Retirado do Ipolítica

Roberto José agradeceu todo o apoio recebido ao Deputado Federal José Carlos Araújo

Com pouco mais de um ano de filiação e uma campanha majoritária, onde concorreu como candidato a vice-prefeito de Itabuna na chapa do Capitão Azevedo (PTB), o geógrafo e policial civil Roberto José deixou a legenda esta semana.

Segundo apurou o Blog Ipolítica, Roberto José entregou a carta de desfiliação ao presidente municipal Edmilson Silva, com cópia para o presidente estadual José Carlos Araújo.

De acordo com a carta, o ex-presidente da FICC, agradeceu a oportunidade dada e lembrou da pré campanha e da campanha avaliando como um grande aprendizado.

Ao Blog, Roberto José informou que a decisão foi em consenso com seus apoiadores e amigos, levando em conta que as pessoas anseiam uma novo momento político. “Dessa forma, teremos isonomia o apoio a minha participação para as eleições a Presidência da República e ao Governo do Estado da Bahia.”, finalizou.


Juiz “censura” reportagem que hacker chantageava Temer

golpistas

O juiz Hilmar Castelo Branco Raposo Filho, da 21ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, proibiu o jornal Folha de S.Paulo e outros veículos da imprensa de reproduzir informações sobre o caso do hacker que chantageou o casal Temer após clonar o celular da primeira-dama, Marcela.

A ordem foi dada atendendo a pedido de advogados de Marcela, depois que a Folha publicou nesta sexta-feira 10 a mensagem enviada pelo hacker pedindo R$ 300 mil para não divulgar um áudio que, segundo ele, colocaria o nome de Michel Temer “na lama” (leia mais).

Em sua decisão, publicada às 18h56 desta sexta, o juiz argumenta que a “inviolabilidade da intimidade de Marcela tem resguardo legal claro”. A medida foi concedida em caráter de “urgência”.

O caso aconteceu em abril de 2016. No áudio, segundo relatório da Polícia Federal sobre a investigação, Marcela falava com o irmão Karlo Augusto Araújo sobre “um marqueteiro que faz a parte baixo nível” do marido.

Quem cuidou do caso, na época, foi o então secretário de Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes. Ele montou uma equipe e em 40 dias, sem alarde, prendeu Silvonei José de Jesus Souza, condenado em um prazo de apenas seis meses – considerado célere para o Judiciário brasileiro – a uma pena de cinco anos e dez meses de prisão pelos crimes de estelionato e extorsão.

Retirado do 247


Deputados investigados votaram em peso no pacote contra operação Lava Jato

Maioria dos deputados investigados na Lava Jato votaram em causa própria e ajudaram a enfraquecer operação.

Foto reprodução
Foto reprodução

O grupo de 28 deputados investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento na Lava-Jato votou em peso contra as medidas de combate à corrupção na madrugada de ontem no plenário da Câmara. O relatório de Onyx Lorenzoni (DEM-RS) foi dividido em 12 votações em separadas do trecho principal no texto original. Para ter um exemplo, a parte das 10 medidas anticorrupção, que previa a exclusão da figura do “reportante do bem” — que seria a recompensa para quem denunciar casos de corrupção — contou com 24 votos desses parlamentares. Os outros quatro se negaram a votar.

O quorum contra as ideias de Lorenzoni se manteve alto em outros pontos-chave da proposta: 21 foram favoráveis à criminalização de juízes e promotores por abuso de autoridade; 21 ajudaram a excluir do texto a criminalização do enriquecimento ilícito; 22 se manifestaram contra o confisco de bens provenientes da corrupção; e 21 se opuseram ao fortalecimento do Ministério Público nos acordos de leniência.

Em março do ano passado, o MPF apresentou as “10 medidas contra a corrupção. Mais de 2 milhões de cidadãos assinaram as propostas do Ministério Público que foram enviadas ao Congresso. Entretanto, na madrugada desta quarta-feira, mais de um ano e meio depois, os deputados federais desfiguraram o projeto inicial. A primeira atitude dos deputados na madrugada foi incluir emenda com a possibilidade de punição de magistrados e integrantes do Ministério Público por crime de abuso de autoridade.


Cunha entra no STF para tentar impedir cassação de mandato

Retirado do UOLdeputados

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar impedir que o parecer pela cassação de seu mandato seja levado ao plenário.

A defesa de Cunha protocolou a peça na terça-feira (2), e alega que houve uma série de irregularidades durante a tramitação do processo por quebra de decoro parlamentar na Comissão de Constituição e Justiça, inclusive na sessão que aprovou o parecer contra o peemedebista.

Entre as falhas questionadas pelo advogado Marcelo Nobre está o quórum do dia da votação do recurso na CCJ. A defesa afirma que não havia titulares suficientes para abrir a sessão que rejeitou todos os pedidos de Cunha contra o andamento do processo disciplinar.

O sucessor de Cunha no comando da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já anunciou que dará início à última etapa do processo de cassação do peemedebista na próxima semana, mas não estabeleceu um prazo para que o processo seja concluído. A ideia é que a leitura do pedido de cassação aconteça na segunda-feira, 8, quando então o item passa a ter prioridade na pauta.

Nos bastidores, o Palácio do Planalto trabalha para que a votação sobre Cunha só aconteça após a conclusão do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado. Há um temor por parte dos aliados do presidente em exercício Michel Temer de que o deputado afastado tente retaliar o governo caso seja cassado antes da petista.


Em delação premiada, doleiro afirma que Aécio Neves teria recebido R$ 300 mil em propina da UTC

Fonte: Carta Capital

Através de sua assessoria, Aécio negou tudo
Através de sua assessoria, Aécio negou tudo

O entregador de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, Carlos Alexandre de Souza Rocha, afirmou, em delação premiada homologada pelo STF, que entregou 300 mil reais no segundo semestre de 2013 a um diretor da UTC Engenharia no Rio de Janeiro, que lhe disse que o montante teria o senador Aécio Neves (PSDB-MG) como destinatário. O trecho da delação de Rocha foi divulgado nesta quarta-feira 30 pelo jornal Folha de S. Paulo.

Carlos Alexandre de Souza Rocha, que também é conhecido como Ceará, disse à Polícia Federal que, a partir de 2008, entregou remessas de 150 mil ou 300 mil reais a vários políticos. Segundo ele, foi apenas em 2000 que conheceu e começou a trabalhar com Youssef.

Em sua delação, Rocha afirmou que, em 2013, realizou “umas quatro entregas de dinheiro” a um diretor da UTC chamado Miranda, no Rio de Janeiro. Em uma dessas ocasiões, Rocha afirma que Miranda estava “bastante ansioso” pela chegada do dinheiro e que havia reclamado que “não aguentava mais a pessoa” lhe “cobrando tanto”. Perguntado sobre quem seria essa pessoa, o diretor teria respondido “Aécio Neves”, segundo o delator.

No ano seguinte, em 2014, a UTC declarou à Justiça doações de 4,5 milhões de reais ao comitê da campanha presidencial de Aécio Neves, do PSDB, e outros 7,5 milhões de reais à campanha eleitoral de Dilma Rousseff.

Ainda segundo o jornal Folha de S. Paulo, o diretor a que Rocha se refere seria Antonio Carlos D’Agosto Miranda, o diretor comercial da UTC no Rio. Em outro depoimento, o diretor financeiro da empreiteira, Walmir Pinheiro Santana, confirmou que Miranda “guardava e entregava valores em dinheiro a pedido” dele ou de Ricardo Pessoa, dono da UTC.

Santana e Pessoa, que também é delator da Operação Lava Jato, nunca mencionaram repasses a Aécio em seus depoimentos.

Em resposta à Folha de S. Paulo, a assessoria do senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que a citação de Rocha é “absurda e irresponsável” e tem “o claro objetivo de tentar constranger o PSDB, confundir a opinião pública e mudar o focco das investigações”.


STF trava impeachment e maioria discorda do relator Fachin

Ministros divergem e tiram poder do Cunha - Ruas foram ouvidas?
Ministros divergem e tiram poder do Cunha – Ruas foram ouvidas?

 

Com informações do 247

A votação do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira 17 travou o processo de impeachment ordenado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Segundo a maioria dos ministros do STF, a eleição da comissão do impeachment que foi feita por votação secreta deverá ser refeita. Além disso, os ministros divergiram quanto ao voto do relator do caso no STF, Luiz Edson Fachin, que votou ontem a favor do rito de Cunha. Eles acabaram aprovando que será o Senado quem dá a palavra final no processo.

Fachin teve os principais pontos contestados nesta tarde pela maioria dos ministros do STF, numa divergência aberta por Luís Roberto Barroso, que foi acompanhado por Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Marco Aurélio Mello. Acompanharam o relator, na maioria dos pontos, apenas Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

Assim só por decisão dos senadores, e não dos deputados, a presidente poderia ser afastada do cargo, por até 180 dias, até o julgamento final sobre seu mandato, também a cargo do Senado.

Esse rito segue a defesa que o PC do B, autor da ação em julgamento no STF.


STF condena ex-senador Azeredo (PSDB) há 20 anos de xilindró

Imagem da internet - Tucano vai ver o sol nascer quadrado
Imagem da internet – Tucano vai ver o sol nascer quadrado

O ex-senador e  ex-deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB) foi condenado, em primeira instância, há 20 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado, pelos crimes de peculato   – que é o desvio de bens praticado contra a administração pública por servidor público – e pelo menos, seis crimes de lavagem de dinheiro. A sentença foi proferida nesta quarta-feira (16) pela juíza da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Melissa Pinheiro Costa Lage. Da decisão cabe recurso e ele pode recorrer em liberdade.

Azeredo foi condenado por crimes cometidos durante a campanha eleitoral pela sua reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. Processo conhecido como o Mensalão Tucano.

Cabe recurso da decisão.