Travessa Armil Almeida – Retrato do abandono

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O Bairro Sucupira é o mais antigo bairro, depois do centro, da cidade de Una. 80% do bairro é calçado, o projeto de calçamento foi realizado pelo ex-prefeito Dejair em meados do final da década de 90. Porém, há muito do bairro pra ser cuidado.

Nosso site foi chamado por moradores da Travessa Armil Almeida, para mostrar o matagal que tomou conta da pequena rua, engole o córrego de esgoto que passa e não tem uma infraestrutura mínima para a passagem de pessoas. Durante a nossa visita, encontramos o momento certo que vários estudantes saiam da Escola Municipal Anísio Teixeira, e iam para suas casas. Um fluxo constante que se repete pela manhã e tarde. Quando chove, o local fica escorregadio e segundo moradores, sempre tem uma criança caindo. Alguns tem que dá a volta pela Avenida ACM, com maior movimento. Outro problema que os moradores se queixam é o fato de que o poder público esqueceu da “baixada”, a iluminação quem coloca são eles. Cada um tem seu “poste improvisado” para poder iluminar a travessa. O matagal também favorece a falta de segurança e devido a falta de cuidado, quando chove, a água do córrego de esgoto sobe o nível e invade algumas casas.

Confiram mais desse total abandono nas fotos e no vídeo abaixo:

 

 

 

Vídeo:

 

 


Rádio Costa Sul FM começa série de entrevistas com candidatos(as) a Prefeito(a) de Una – Primeiro: Tiago de Dejair – Vídeo

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Confiram abaixo os dois vídeos gravados pelo comerciante Fabrício Kuribayashi e transmitido ao vivo pelo facebook:

 

Parte 1:

 

Parte 2:

 

 

O site Atitude em Una parabeniza a Rádio Costa Sul Fm pelo empenho, profissionalismo e pioneirismo nas entrevistas e debates.

Cabe ressaltar que o Site Atitude em Una poderá disponibilizar as entrevistas dos demais candidatos, desde que esses nos enviem de maneira oficial, o material, ou marquem o nosso editor Di Rusciolelli em suas respectivas postagens. Pode ser vídeo ou áudio.


Rua Carlos Dias – Quatro anos de puro descaso

Um total descaso! Talvez essa seja a melhor maneira de definir o que aconteceu na Rua Carlos Dias, no Bairro Sucupira em Una. Já se passaram mais de quatro anos que nosso site falou pela primeira vez sobre essa rua, mais precisamente no dia 16 de Abril de 2013 (revejam aqui). Na época, constatamos com moradores que a origem do problema foram as chuvas fortes e a fragilidade do material utilizado pela EMBASA. Após essa postagem de abril, no dia 14 de Julho de 2013, postamos mais uma matéria sobre a Rua Carlos Dias, (revejam aqui). E no final de julho de 2013, uma moradora da mesma rua nos fez uma denúncia no seu Facebook e nos disse que sofreu represálias após publicar (revejam aqui).

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Em 2014 também falamos sobre essa rua (revejam aqui) e em 2015 também falamos sobre essa rua (revejam aqui). Fora, as incontáveis vezes que citamos sobre essa rua em diversas postagens que fizemos e o nosso jornalista Di Rusciolelli, também o fez em sua página no Facebook. Além disso, os debates nas redes sociais e até na câmara de vereadores, o descaso com essa rua, sempre foi bastante comentado. Mas nada, absolutamente nada foi feito.

Agora, passados mais de quatro anos, e as vésperas da eleição, a situação da rua segue pior, e há uma promessa de se fazer algo. Mas até agora, concretamente: Nada!

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Foto tirada no último dia 20 de agosto de 2016

 Vejam esse vídeo de como se encontra a rua:


Tempo de esperança – Eleições 2016 em Una

Uma jovem unense enviou para nosso site o texto abaixo. Uma reflexão profunda, sincera e que deve ser levada em conta para as eleições que se aproximam. A mesma nos pediu anonimato.

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” (…)pra te amar, te servir ou morrer.”

Um dia prometi a mim mesma que nunca escreveria, falaria, discutiria ou qualquer outro “_ia” sobre política, principalmente em épocas de eleições municipais. Mas vou quebrar meu jejum de uma vida inteira – 23 anos – para dizer algumas coisas sobre o que tenho refletido nos últimos dias.

Vejo jovens vendendo seus votos, sua expressão de cidadania, pelas mais diversas coisas: dinheiro, cerveja, camisas de blocos, ingressos de festas… jovens que não estão preocupados com o próprio futuro, muito menos com o da cidade, mas sim com o agora, com a boemia que antes eu pensava ser direito apenas dos mais velhos. Outros tantos preocupados com os benefícios pessoais que podem vim a receber num possível governo (um contrato, uma prestação de serviço…) e querem escolher o melhor para si, não para o povo.

Vejo também aqueles jovens que não esperam por propostas sólidas e bem estruturadas, mas que estão cegos por promessas vãs que, como uma droga, abrandam o coração instantânea e momentaneamente, mas que, em poucos minutos, o efeito passa e fica ainda pior. Vejo outros desacreditados, desiludidos com o município, alguns montes até já partiram para outros tantos lugares mundo a fora por terem adquirido a certeza de que aqui eles “não tem futuro”.

Não obstante, vejo adultos hipócritas dizendo que a realidade da cidade precisa mudar, mas que não querem dar oportunidade ao novo e ajudar numa mudança de verdade nos rumos da história do município. Outros que pararam no tempo e no espaço e estão acomodados em seus empregos medíocres – e quando falo “medíocres” não me refiro a salários, mas à sede pelo novo – achando que são os outros que precisam mudar a realidade, as novas gerações, as crianças que são “o futuro da nação”.

Tenho visto isso e muito mais, mas vou me limitar aos exemplos citados para dizer que não entendo como uma população que se acha no direito de criticar os políticos pode agir assim. Como questionar o descaso dos políticos se o que vemos a todo instante é, também, o descaso da população com os rumos da própria cidade?!

Um dia eu fui esse “futuro da nação” (e não tem tanto tempo assim, ok?!). Quando eu era apenas o futuro, meus pais me ensinaram que um dia eu seria o presente e, quando esse dia chegasse, eu precisaria estar preparada para exercer a cidadania da forma correta. Hoje, eu sou o presente e, por ser esse presente, preciso estar presente.

Hoje, mais do que nunca, eu QUERO fazer parte dessa geração que carrega o nome da cidade no peito, que não tem vergonha de dizer de onde é, que acredita no potencial da sua terra, que luta para elevar o nome do seu povo, que sabe que precisa ajudar a construir um PRESENTE melhor almejando um futuro promissor.

Quero que meus filhos (que terei um dia) possam olhar para minha história e ver que ela se entrelaça com a história da minha terra. Quero ser NOBRE FILHA DA RAÇA DOS FORTES, quero me sentir representada pela primeira estrofe do hino da minha cidade.

Uma nova campanha política se inicia e, junto com ela, tudo que um dia já vimos. Por amor à nossa terra, análise detalhadamente as PROPOSTAS dos candidatos e escolha aquele que tem os melhores projetos para o POVO. Assuma um posicionamento de cidadão unense e faça do seu voto um gesto de amor por nossa cidade.

“Deus te salve, torrão abençoado!”

 


STF bate martelo e só o julgamento dos vereadores torna um prefeito ou ex-prefeito inelegível

Retirado do Políticos do Sul da Bahia

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (10) que só uma câmara de vereadores pode tornar inelegível um prefeito que teve suas contas rejeitadas por um tribunal de contas. Assim, para ficar impedido de disputar um outro cargo eletivo, não bastará a desaprovação pelos tribunais, que auxiliam o Legislativo na análise dos gastos.

Em 2010, a Lei da Ficha Limpa determinou que ficariam inelegíveis candidatos que tiveram contas rejeitadas “pelo órgão competente”. A dúvida se dava em relação a qual órgão caberia tal decisão: se somente a câmara municipal ou também um tribunal de contas.

Desde então, o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) separa as contas em dois tipos: as contas de governo (com números globais de receitas e despesas) e as contas de gestão (mais detalhadas, em que o prefeito também ordena gastos específicos, por exemplo).

Assim, a Justiça Eleitoral considerava que a desaprovação de contas de gestão (mais detalhada) por um tribunal de contas bastava para declarar a inegibilidade, mesmo com aprovação posterior pela câmara dos vereadores. A exigência de desaprovação pela câmara para tornar alguém inelegível só valia para casos em que estivesse sob análise as contas de governo (mais gerais).

Na sessão desta quarta, os ministros do STF analisaram ações de candidatos que ficaram fora de uma disputa por terem contas rejeitadas somente por tribunais de contas e que queriam se habilitar para as eleições, alegando a necessidade de dScreenshot_2016-08-10-20-50-42-1ecisão pela câmara dos vereadores.

 

Retirado do site do STF

 

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou na sessão plenária desta quarta-feira (10) o julgamento conjunto dos Recursos Extraordinários (REs) 848826 e 729744, ambos com repercussão geral reconhecida, que discutiam qual o órgão competente – se a Câmara de Vereadores ou o Tribunal de Contas – para julgar as contas de prefeitos, e se a desaprovação das contas pelo Tribunal de Contas gera inelegibilidade do prefeito (nos termos da Lei da Ficha Limpa), em caso de omissão do Poder Legislativo municipal. Por maioria de votos, o Plenário decidiu, no RE 848826, que é exclusivamente da Câmara Municipal a competência para julgar as contas de governo e as contas de gestão dos prefeitos, cabendo ao Tribunal de Contas auxiliar o Poder Legislativo municipal, emitindo parecer prévio e opinativo, que somente poderá ser derrubado por decisão de 2/3 dos vereadores.

O julgamento conjunto foi concluído nesta quarta-feira, mas as teses de repercussão geral somente serão definidas em outra sessão. No RE 848826, prevaleceu a divergência aberta pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, que será o responsável pelo acórdão. Segundo ele, por força da Constituição, são os vereadores quem detêm o direito de julgar as contas do chefe do Executivo municipal, na medida em representam os cidadãos. A divergência foi seguida pelos ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Marco Aurélio e Celso de Mello. Ficaram vencidos o relator, ministro Luís Roberto Barroso, e mais quatro ministros que o acompanhavam: Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux e Dias Toffoli.


Cunha entra no STF para tentar impedir cassação de mandato

Retirado do UOLdeputados

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar impedir que o parecer pela cassação de seu mandato seja levado ao plenário.

A defesa de Cunha protocolou a peça na terça-feira (2), e alega que houve uma série de irregularidades durante a tramitação do processo por quebra de decoro parlamentar na Comissão de Constituição e Justiça, inclusive na sessão que aprovou o parecer contra o peemedebista.

Entre as falhas questionadas pelo advogado Marcelo Nobre está o quórum do dia da votação do recurso na CCJ. A defesa afirma que não havia titulares suficientes para abrir a sessão que rejeitou todos os pedidos de Cunha contra o andamento do processo disciplinar.

O sucessor de Cunha no comando da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já anunciou que dará início à última etapa do processo de cassação do peemedebista na próxima semana, mas não estabeleceu um prazo para que o processo seja concluído. A ideia é que a leitura do pedido de cassação aconteça na segunda-feira, 8, quando então o item passa a ter prioridade na pauta.

Nos bastidores, o Palácio do Planalto trabalha para que a votação sobre Cunha só aconteça após a conclusão do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado. Há um temor por parte dos aliados do presidente em exercício Michel Temer de que o deputado afastado tente retaliar o governo caso seja cassado antes da petista.


Globo paga menos, mas aceita Carioca sem Fla e clube pode ficar sem R$ 120 mi

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Retirado do ESPN

Na proposta enviada pela TV Globo aos clubes, a emissora já prevê um cenário sem o Flamengo. Nele, todos receberiam menos. Mas o que mais deixaria de ganhar seria o próprio rubro-negro: R$ 120 milhões em oito anos. No geral, o contrato seria 25% menor. Saindo dos atuais R$ 120 milhões, para R$ 90 milhões. Juntos, Fluminense, Vasco e Botafogo deixariam de ganhar R$ 36 milhões no período. Já a Federação de Futebol do Rio (Ferj) é quem mais pode perder dentre os que assinarem, pois além de reduzir o valor da sua cota em R$ 24 milhões no período, também teria um produto com menos valor para negociar a publicidade em TV.

Caso o rubro-negro se mantenha firme na posição de não assinar nos termos atuais, o clube continuaria participando da competição, mas com o time B. O principal se dedicaria a outros campeonatos e o clube estuda outras formas de arrecadação no período. Mas ainda não há planos concretos.

A posição do clube em não assinar, como explicado nesta terça-feira, é além de política (entenda os motivos no link ao lado) também financeira. O rubro-negro não acha justo receber menos do que a Federação. Sem o Flamengo, a entidade receberia R$ 9 milhões, no lugar dos R$ 12 milhões da atual proposta. Mas continuaria com o poder exclusivo de comercializar as placas de propaganda nos estádios. Especialistas do setor calculam que com todos os quatro grandes sendo televisionados, a federação poderia conseguir dobrar este valor recebido com a cota, passando a faturar até R$ 24 milhões, por ano, ou R$ 192 milhões (no cenário mais otimista), até 2024.

Há quem diga que mesmo tendo a redução, ainda é muito dinheiro para uma entidade que faz pouco pelo desenvolvimento do futebol. Uma organização que é completamente bancada pelos próprios clubes, com os 10% cobrados em borderôs (no lugar de 5% como a maioria no país). E que mesmo assim vem acumulando prejuízos (milionários) na sua operações, chegando ao ponto de ter de ingressar no programa de refinanciamento de dívidas do Governo Federal, o Profut.

Na nova proposta, além da cota direta à Federação, ainda há um percentual destinado exclusivamente à manutenção de estádios, a ser gerenciado pela entidade.

Rubinho perdoou Peter

A luta da federação para garantir suas polpudas cotas tem até perdão judicial. Foi o que aconteceu nos bastidores da decisão do Fluminense em assinar o “de acordo” com a Ferj, indo contra o que o presidente Peter Siemsen disse ao longo da última temporada sobre a gestão da entidade. As trocas de acusações eram tantas, que algumas ações judiciais por danos morais foram ajuizadas entre as partes.

Mas numa breve consulta aos sistemas do Tribunal de Justiça do Rio, o Blog encontrou pelo menos três perdões de Rubens Lopes a Peter. São ações que foram movidas pelo mandatário da Ferj contra o presidente Tricolor e contra o clube das Laranjeiras, que foram arquivadas nos últimos meses, por desistência de Rubinho.

São elas:

– 0508139-51.2015.8.19.001 (dano moral) Ferj desistiu do processo em 30/05
– 0476201-38.2015.8.19.0001 (dano moral) Ferj desistiu do processo em 06/06
– 0508064-12.2015.8.19.0001 (dano moral) Ferj desistiu do processo em 14/06

Há informações de que a recíproca nas Laranjeiras foi verdadeira e o clube também teria desistido dos processos movidos contra Rubens Lopes nos últimos meses, mas até o fechamento desta edição, o Blog não havia conseguido confirmar a informação.

O Fluminense deixa claro que embora tenha decidido assinar o “de acordo” para manter o campeonato como está, não está pressionando o Flamengo a assinar.


PP oficializa Tiago a prefeito e PSB Nildo como vice prefeito

Matéria e fotos retiradas do site Una News

O espaço do Clube Social de Una ficou pequeno para acomodar autoridades, representantes políticos e simpatizantes na tarde desta terça-feira (02), na convenção que escolheu, apresentou e homologou o jovem Tiago de Dejair e Nildo Som como candidatos a prefeito e vice-prefeito, com o apoio integral dos partidos PP, PSB, PTN, PTC E PSDC numa sólida coligação rumo às eleições de 02 de outubro.

A presença maciça da militância foi o grande destaque da convenção que contou também com a presença de políticos de destaque no Estado como o vice-governador João Leão, o deputado Federal Cacá Leão, o deputado estadual Eduardo Salles, o deputado Federal Bebeto Galvão, o vereador de Ilhéus Roland Lavigne, o vereador e pré-candidato a vice-prefeito de Porto Seguro Danilo Suprilar, vereadores de Una Professor Jorge, Man, Soninha Martan, dentre outras liderança. Além da presença do Radialista de Ilhéus, Robertinho Scarpita.SAM_4427 SAM_4390 SAM_4383 SAM_4358 SAM_4334 SAM_4271 SAM_4233 SAM_4209 SAM_4204 SAM_4203


RASTEIRA NA BASE DA PIRÂMIDE ESTATAL

 

 Retirado do Blog do Gusmão

Servidores de vários lugares do Brasil se mobilizam contra o Projeto de Lei 257/2016, que trata da renegociação da dívida dos estados com a União. Nessa terça-feira (2), protestos e a falta de acordo entre as lideranças partidárias adiaram a votação do texto na Câmara dos Deputados.

Para alongar o prazo de pagamento das dívidas, o governo federal impõem condições consideradas severas pelos servidores estaduais, como a proibição do reajuste de salários e de concursos públicos, além do cortes de benefícios que afetariam profissionais da saúde, da educação e da segurança pública.

O projeto foi apresentado pelo governo federal no dia 22 de março de 2016, ainda sob a gestão da presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

O governo interino considera a aprovação da lei importante para a eficácia do ajuste fiscal. Assim como a presidente afastada, Temer (PMDB)) quer a confiança dos mercados.

Apesar da austeridade, o presidente interino decidiu livrar do arrocho parte significativa do topo da pirâmide do Estado. As condições impostas à maioria dos servidores não vão alcançar as despesas do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos Tribunais de Contas dos Estados. Assim, esses órgãos poderão manter gastos com terceirizados, auxílio-moradia e outros benefícios fora dos limites estabelecidos pela renegociação.

A rasteira do ajuste vai acertar mesmo é a maciça base da pirâmide estatal.